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Dos nossos bastidores para você!

Ser especialista ou generalista?

Com todo o avanço dos recursos das mídias sociais e a preferência do público por conteúdos efêmeros (devemos agradecer ao Snapchat ou ao Instagram Stories?), o mercado digital necessita de inovação dinâmica a cada momento. Hoje, o ciclo de um conteúdo se dá de maneira bem simples: a informação surge, é disseminada, tem um boom que vai de grandes debates até os memes e em seguida fica obsoleta. Normalmente, este ciclo leva alguns dias, mas em alguns casos mais extremos, levam apenas horas do nascimento de uma informação na web até sua obsolescência.

Trazendo essa conceituação um pouco para a realidade empresarial das coisas, não são apenas os negócios que trabalham com mídias digitais que precisam de inovações todos os dias. Evidentemente, a preferência por aquilo que é breve tem sua influência vinda das redes sociais, mas os reflexos não se limitam a isso. Todo negócio – independente de tamanho ou de categoria – precisa estar ligado o tempo todo ao seu redor: o que o cerca, o que está em alta, o que está acontecendo com o mundo. E enfim se adaptar à estas realidades. Um exemplo claro disso é a atual pandemia de COVID-19 que acometeu o mundo e fez a economia virar de pernas para o ar. Em meio à tantos acontecimentos,  novas informações nascendo a cada minuto (e isso não é um exagero) todo tipo de empresa precisou analisar os fatos com calma para decidir quais rumos tomar. Do comércio alimentício ao fabricante de pneus automotivos. Ninguém ficou de fora da necessidade de adaptação.

O foco hoje está na pandemia. Estivemos trabalhando arduamente em cima da pandemia por aqui também. Temos entregado estratégias aos nossos clientes para passar por esta fase. Oferecemos mentorias gratuitas sobre branding. Mas o que mais me desconcertou foi um questionamento que ouvi, de um de nossos clientes, durante uma reunião:

“Afinal, eu faturaria mais sendo especialista ou generalista?”

Travei. Meu raciocínio foi do Oiapoque ao Chuí em segundos. Eu tinha tanto para falar. Eu tinha tanto para responder. Mas antes de prosseguir o raciocínio, precisávamos falar sobre o que é um especialista e o que é um generalista. E onde é que o faturamento entra nisso tudo.

Utilizaremos a VS Lab para sintetizar. Nós somos uma agência full service.  Trabalhamos desde o planejamento estratégico, criação de conteúdo, definição de persona, segmentação de público-alvo, comunicação online e offline, criação de websites, produções audiovisuais, gestão de redes sociais, produção de campanhas e branding. Mas isso não quer dizer que a nossa agência entrega um serviço generalista. Embora tenhamos demandas de diferentes aspectos, nossa equipe é composta por gente especialista em diferentes áreas – as quais oferecemos os serviços. Por exemplo, o Adriano cuida de todo o departamento de desenvolvimento web e programação, que é a área dele, enquanto o Toon é nosso Social Media e o Felipe é nosso produtor audiovisual. A agência, no final, é uma reunião de especialistas oferecendo seus serviços enquanto vestem uma mesma camisa (laranja e com uma borboleta estampada).  

Dentro da nossa visão e dos nossos valores, acreditamos que ser especialista em algo faz com que você entregue um melhor resultado. Todos os seres humanos são capazes de fazer qualquer coisa, é claro. Mas quando falo em especialização, falo de alguém que se dedica àquilo por muito tempo, estuda, busca referências. Também não podemos desmerecer o valor enorme que profissionais generalistas possuem. É preciso muito esforço para conseguir atender demandas de diferentes categorias. E, às vezes, ser generalista não é nem uma questão de escolha, mas sim de necessidade.

Já o faturamento é um ponto extremamente relativo. Não se trata de ser especialista ou generalista. O faturamento está diretamente ligado com a sua responsabilidade perante o trabalho – e a qualidade do serviço que você entrega. E é importante ter sempre em mente que você não vai ser milionário em três meses, mesmo que entregue a melhor qualidade possível dentro de sua área. Jovens empreendedores desistem de ideias promissoras justamente por investirem “muito tempo” em determinado projeto e acharem injusto o quanto ganharam para isso. E é aí que várias concepções de branding entram no jogo: preço e valor são coisas distintas, mas que caminham juntas.

Atribuir valor para o seu negócio é um caminho longo a ser percorrido. Independente se você prefere trabalhar de maneira generalista, atendendo à vários nichos e demandas, ou se prefere trabalhar de maneira especialista, sendo específico ao tipo de serviço que entrega, o que importa no final é a qualidade de entrega. É ela que tem o poder de fidelizar um cliente para o resto da vida e torná-lo um promotor da sua marca, ou então tornar este mesmo cliente um hater, que nunca te indicaria para um conhecido.

E você? Como você trabalha? De maneira generalista ou de maneira especialista? Conta aí pra gente!

Abração!

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